Prof. Dr. Carlos Miranda, M.D, PhD. Diretor técnico médico - CRM 10712 PR

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Informações sobre Saúde e Beleza

Celulite ou Síndrome da Desarmonia Corporal

O que é:
É o nome pela qual é conhecida esta doença do tecido conjuntivo subcutâneo, que tem seu início em um quadro retenção de líquidos localizada e evolui para uma fibroesclerose, comprometendo a estrutura do tecido adiposo. Ocorre empastamento do espaço intercelular por alteração da microcirculação e da substância fundamental. Aumento da consistência cutânea, da sensação dolorosa local, da espessura tecidual e diminuição da mobilidade cutânea por aderência a planos profundos.

Como aparece:
Ocorre em 95% das vezes em mulheres. Existem predisposições genéticas, raciais (brancas) e sexual. Pode ser desencadeados por fatores emocionais, alimentares, café, fumo, anticoncepcionais, sedentarismo, postura (sentar), vestimentas apertadas, gravidez, doenças dos rins, do fígado e da coluna, insuficiência circulatória, infecções e medicamentos.

Diagnóstico:
É clinico pelo aspecto e palpação das lesões e se divide em: celulites duras, edematosas e flácidas, dependendo do tempo de evolução e grau de comprometimento do subcutâneo.

Tratamento:
Ultrassom, eletroestimulação e drenagem linfática.

Eletro estimulação, corrente russa.

O que é
A eletro estimulação promove aumento de massa e tônus muscular, associado à melhora do desempenho físico e da estética (diminuição de flacidez e definição de musculatura). pelo estímulo eletrônico dos três tipos de fibras musculares, fibras rápidas, lentas e mistas.

Indicações
Há quem procure a eletro estimulação porque, apesar de ser assíduo à academia, não tem abdome nem as pernas com a definição que gostaria. Algumas fibras musculares só são trabalhadas com exercícios que combinam força e velocidade. Por isso, mesmo quem faz ginástica pode continuar com um incomoda saliência na barriga. É justamente essa a principal indicação da eletro estimulação A técnica também seria indicada para aqueles que, após perderem quilos excedentes, percebem que estão com abdome, coxas e glúteos flácidos. O método ajuda a remodelar o corpo de quem perdeu peso, mas há comprovação de quem queima gordura.

Contra-Indicações
Portadores de marca-passo cardíaco.

Resultados esperados
A eletro estimulação pode ser vantajosa para quem leva uma vida sedentária. Os músculos do sedentário nunca são exercitados e esta seria uma forma de começar a recrutá-los. O que não quer dizer que o tratamento substitui a atividade física regular. Exercícios não são importantes apenas para a beleza, são fundamentais para a saúde.

Possíveis complicações
Desde que não seja usada em portadores de marca-passo cardíaco, a técnica é segura.

Estrias

O que é:
São lesões de pele, que envolvem fratura e cicatrização da derme.

Como aparece:
Pode aparecer por ocasião da primeira menstruação, na gravidez, amamentação ou em pacientes que ganhem peso ou medidas rapidamente (edema ou gordura). Apesar de poder aparecer em ambos os sexos, é muito mais comum em mulheres. O aumento de peso com o estiramento relativamente rápido da pele faz com que esta se rompa internamente, que se cicatriza. A lesão inicialmente é avermelhada, mas quando madura, toma uma coloração mais clara que a pele a pele adjacente, especialmente quando se bronzeia.

Diagnóstico:
O diagnóstico é fácil e se faz visualmente. As estrias se formam de modo transversal ao sentido de estiramento da pele e podem ter vários centímetros. Na mulher ocorrem mais comumente nas mamas, braços, abdômen, nádegas e coxas. Podem estar associadas à obesidade, gorduras localizadas, celulite, gravidez, amamentação e a doenças ou medicamentos que provoquem acúmulo de líquidos nos tecidos, como colagenoses, doenças do coração, uso de corticóides e Síndrome de Cushing.

Tratamento:
O tratamento inicial é clínico, com correção dos fatores causadores e profilaxia do aparecimento das estrias com dieta e exercícios. Os procedimentos mais promissores são: peelings e dermoabrasão. O laser pode ser usado em lesões avermelhadas iniciais, mas ajuda pouco em lesões claras já estabelecidas.

Resultado:
Os resultados do tratamento em si podem ser satisfatórios no sentido de se diminuir a largura das estrias, tornando-as menos visíveis, porém o desaparecimento total das lesões não é possível por meio de tratamento clínico, já que a estria é uma cicatriz. A combinação de tratamentos parece ser a melhor alternativa e o número de sessões necessárias pode variar de 10 a 25. Mesmo o melhor tratamento não impede o aparecimento de novas lesões, caso os fatores causadores das estrias persistam.

HPV e o Laser em Ginecologia

Na ginecologia a irradiação do LASER de CO2 é a mais empregada, principalmente em patologias do trato genital inferior. Tem como característica ser bem absorvido pela água intracelular, vaporizando e cortando o tecido; não sendo adequado para a coagulação de vasos acima de 2-3 mm. Apresenta pouco efeito térmico nas margens.

O calor transmitido ao tecido adjacente leva à coagulação e necrose. Ele decresce exponencialmente da distância da superfície à profundidade, havendo mínima fibrose ou cicatriz, sem distorção da anatomia local. Esta característica difere do eletrocautéric que propaga o calor lateralmente.
O tecido epitelial e conjuntivo tratado com o laser regenera-se de forma cosmética e estética, preservando a função dos órgãos.
Na atualidade, aplica-se o laser de CO2 acoplado a flashscanners que são acessórios que promovem a desfocalização do raio em padrão geométrico, trabalhando sobre o tecido e o expondo ao calor em tempo inferior a um milisegundo. O efeito térmico atinge a profundidade de 30 mm em única passada, assim a restauração do epitélio é sem cicatrizes.

Indicações

Lesões HPV induzidas da vulva, vagina e colo do útero

a. Vagina
As neoplasias intra-epiteliais da vagina apresentam-se de forma multifocal e papilar, sendo na maioria das vezes localizadas no terço superior da parede vaginal. As lesões condilomatosas simples em geral acometem o terço inferior e estão associadas às lesões vulvares. Estas afecções, em geral de difícil manejo pelos métodos convencionais, tem alta taxa de resoluções com a laserterapia que gira em torno de 90% após primeiro tratamento e, 98% após tratamentos repetidos, segundo Diakomanolis 2003.
As vantagens do tratamento com laser CO2 acoplado ao colposcópio são precisão e segurança.
A vaporização de vagina é realizada com uma profundidade que pode variar de 1,5 a 2,5 mm sem lesionar órgãos adjacentes.
As recidivas podem ocorrer por multifocalidade, inadequada profundidade de irradiação do laser, assim como inabilidade técnica do cirurgião.

b. Vulva
As indicações do laser na vulva são para lesões benignas até malignas. Tem como vantagem em ser um tratamento conservador permitindo resultados cosmético, estético e funcional excepcionais. Pode ser realizado em ambiente ambulatorial com mínimo desconforto à paciente sob anestesia tópica e local.
Os fatores que afetam adversamente os resultados da laserterapia na infecção pelo HPV na vulva citam-se:
• Duração da doença maior que 10 meses
• Doença extensa (lesões coalescentes que ocupam mais de 30% da superfície vulvar)
• Fumo e imunossupressão
• Fatores virais – lesão de alto grau e HPV oncogênico
• Curso clínico refratário (não resposta a mais de nove meses de tratamento)
Townsend et al. (1982) revelaram percentual de recidiva de 12% no tratamento das lesões intra-epiteliais da vulva. No tratamento das lesões condilomatosas, Reid (1991) cita controle, com uma única aplicação, em 85 a 95% dos casos.
Na técnica de tratamento das lesões vulvares devemos respeitar os planos epiteliais. Para lesões subclínicas, vaporizar o tecido atingindo toda a espessura epitelial (1º plano); para lesões condilomatosas, atingir o epitélio e a derme papilar (2º plano); para neoplasias intra-epiteliais vulvares, epitélio, derme papilar e porção superior da derme reticular (3º plano). O fundo da feria ao atingir o 1o plano é reconhecido por uma superfície rósea, brilhante; o 2o plano lembra camurça com cor amarelada. O 3o plano, cor branco acinzentado. Nunca se devem ultrapassar estes limites, pois podem ocorrer complicações como queimaduras, hipocromias, alopecias e retrações (Reid, 1991).
É consenso mundial a terapia com laser nas lesões de HPV e NIV cuja história natural apresenta-se com característica de doença recidivante.
As técnicas de tratamento são vaporização ou excisão das lesões. A vaporização principalmente em lesões subclínicas e na finalização da base epitelial do procedimento excisional.
A técnica de irradiação do laser respeita os planos epiteliais, zonas pilosas e não pilosas, onde não se pode atingir além da lâmina própria. As complicações mais comuns observadas são hipocromia, retração, alopecia.
Na atualidade, aplica-se o laser de CO2 acoplado a flashscanners; são acessórios que promovem a desfocalização do raio em padrão geométrico, trabalhando sobre o tecido e o expondo ao calor em tempo inferior a um milisegundo. O efeito térmico atinge a profundidade de 30 mm em única passada, assim à restauração do epitélio é sem cicatrizes.
c. Colo uterino
No tratamento das lesões escamosas intra-epiteliais, podemos utilizá-lo como método destrutivo (vaporização), excisional ou combinado.
VAPORIZAÇÃO – Os critérios para a sua utilização nas neoplasias intraepiteliais seguem os mesmos preceitos dos tratamentos destrutivos, isto é:
• Apropriado diagnóstico prévio.
• Citologia, colposcopia e anátomo patológico em absoluta concordância.
• ZTA colposcopicamente definida em toda a sua extensão.
• Certeza de não haver adenocarcinoma “in situ”, carcinoma microinvasor ou francamente invasor.
• NIC limitada a ectocérvice, sem extensão ao endocérvice.
• Preferentemente não estar grávida.
Em suma: para vaporizar, a colposcopia deve ser satisfatória (lesão e JEC visíveis), sem que haja envolvimento do canal.
Na técnica da vaporização é importante a destruição da cripta glandular (profundidade até 6 mm), para evitar a persistência de doença no fundo da glândula. Isto é facilmente observado, com o borbulhamento do muco, até que o mesmo desapareça completamente.
Wright et al., (1993) citam cura de 96% das neoplasias intra-epiteliais cervicais na primeira vaporização. A cura é acompanhada da visualização da nova junção escamo-colunar em 90% das vezes, permitindo assim a colposcopia satisfatória.
CONIZAÇÃO A LASER – O laser de CO2 focalizado com alta potência é instrumento de corte preciso, com grandes vantagens. Os critérios para a sua realização seguem os preceitos do tratamento excisional:
• Lesão que se estende para o canal
• Sugestão de invasão do estroma, adenocarcinoma “in situ”.
• Endocérvice mostrando lesão
• Disparidade entre a citologia e o anátomo patológico
• colposcopia insatisfatória
Como importante contra-indicação é referida a distorção anatômica do colo uterino, por não permitir a definição da área a ser excisada.
Segundo Bandieramonte, o percentual de cura em NIC, em 454 cones foi de 96,9% nos casos com margens cirúrgicas livres.
A técnica nem sempre é fácil sendo necessário treinamento do cirurgião.
COMBINAÇÃO CONIZAÇÃO-VAPORIZAÇÃO – para lesões extensas, multifocais, com envolvimento da ectocérvice, canal endocervical, vagina e vulva. Esta modalidade representa uma das mais vantajosas, no emprego do laser no tratamento de infecções pelo papilomavírus humano do trato genital inferior.
• Cistos de Bartholin
De aparecimento freqüente, causando muito incômodo quando na fase de inflamação aguda, ou de convívio tranqüilo na fase crônica, mas muitas vezes causa de dispareunia nas mulheres, pode ser retirado com o LASER de CO2.

• Hidradenites da vulva e Síndrome de Fox-Fordyce
As lesões podem ser extirpadas com LASER de CO2 até a sua raiz, evitando muitos incômodos à mulher.

• Cistos sebáceos da vulva
Assim como o cisto de Bartholin pode-se proceder à sua remoção vaporizando o tecido com LASER de CO2

• Ninfoplastia
Consiste na correção de estenose de intróito vaginal pós-perineoplastia e/ou craurose, Septoplastia vaginal
O laser, nestes casos, pode ser utilizado em ambulatório, com mínima dor, com excelente epitelização, sem fibrose e baixas taxas de recidivas.
A cirurgia a laser no trato genital inferior, quando bem indicada e bem executada, pode apresentar excelentes resultados terapêuticos, com menor dano estético e funcional e menor trauma cirúrgico.

• Endometriose
Pode ser utilizado o laser de CO2 para promover a liberação dos tecidos envolvidos pela endometriose, sendo que o procedimento geralmente é realizado através de laparoscopia, com pinças adequadas que impeçam a reflexão do feixe e acometimento de estruturas vizinhas importantes.

• Vantagens da cirurgia a laser no trato genital inferior:

Precisão da exerése e destruição, tanto em extensão lateral e profundidade.
Possibilita intervenção em áreas restritas e dificilmente atingíveis com os instrumentos clássicos (ex: paredes e fórnices vaginais, pregas cicatriciais vaginais, clitóris, uretra, ânus).
Possibilita a intervenção em tecidos infectados devido à propriedade esterilizante do laser.
Oclusão de vasos sanguíneos e linfáticos de pequeno calibre.
Escassa perda sanguínea.
Bom resultado estético (ex: no tratamento das lesões vulvares).
Bom resultado funcional (ex: no tratamento das lesões vagina).
Tratamento ambulatorial com anestesia local na maioria dos casos.
Plano de focalização do raio coincide com campo colposcópio, permitindo observar o efeito sobre o tecido em tratamento, em sua superfície e profundidade e vaporizando áreas de infecção subclínicas do HPV.
Resolução da maioria das lesões em uma única sessão.


• Desvantagens

A irradiação com laser de CO2 produz fumaça que pode conter partículas virais do HPV, podendo contaminar o ambiente;
Pouco poder de coagulação de vasos com diâmetro maior que 1 mm;
Custo do equipamento e manutenção;
Treinamento especializado

Pintas/Verrugas

Pintas e Sinais de Nascença: Charme ou Perigo?

O que são?
O termo grego “nevus”, que significa defeito, é usado para designar as lesões pigmentadas da pele. Em português, o termo correto é “nevo” e significa "tumor benigno de células embrionárias". Podem estar presentes no nascimento ou se desenvolver durante a vida. Os maiores picos de surgimento e crescimento dos nevos são: a infância, a puberdade e a velhice. Fatores ligados a alterações hormonais que incluem uso de contraceptivos e a própria gestação parecem ter efeito indutor nesses tumores.

Qual o problema de ter nevos?
Nenhum, desde que eles se comportem dentro de certos parâmetros ideais. Algumas pessoas referem que essas lesões são charmosas e nem se preocupam em observá-las com maior atenção. Sabemos que pessoas de pele clara que apresentam muitas pintas, com diâmetros maiores que 1 cm, com história pessoal ou incidência de melanoma em parentes próximos, compõem um grupo de pacientes com maior risco de desenvolver melanoma.

O que é melanoma?
Melanoma é o tumor maligno oriundo de melanócitos doentes. Ele pode desenvolver-se sobre um nevo antigo ou pode surgir, repentinamente, na forma de uma pinta escura de características especiais.

Quando suspeitar de malignidade?
Quando uma pinta apresenta-se Assimétrica, de Bordas irregulares, de coloração irregular e com diâmetro maior que 6 mm (comparar com a grossura de um lápis escolar número 2). Temos aí a regra do A,B,C,D para o melanoma.

Então pessoas que tem muitos nevos devem submeter-se à retirada de todas as lesões?
Não, absolutamente. Hoje procuramos orientar as pessoas quanto às suas chances de desenvolver a doença e tentamos dirigir a retirada somente para aquelas pintas mais displásicas (com maior chance de serem cancerígenas).


Como é feito o seguimento desses pacientes com múltiplas pintas?
Nós temos procedido da seguinte forma O paciente é examinado clinicamente pelo medico. Faz-se o exame dermatoscópico das lesões mais significativas. Aquelas com indícios mais evidentes de displasia são removidas cirurgicamente e enviadas ao exame anátomo-patológico. Esse é o exame mais importante que vai nos dizer sobre a gravidade ou não das lesões em questão.

Quando o paciente tem um melanoma o que deverá ser feito a seguir?
Dependendo de certos parâmetros o melanoma deverá ser reoperado com maiores margens de segurança e muitas vezes se faz necessária a retirada de gânglios linfáticos para prevenir a disseminação da doença a outros órgãos (metástases). Nesses casos é o cirurgião oncologista que assume a conduta e acompanha o paciente durante 5 anos no sentido de detectar-se, precocemente, focos de metástases.

E as demais pintas do corpo? O que fazer com elas? Tiram-se todas?
Não é bem assim. Toda e qualquer alteração deve ser julgada pelo medico.

Varicoses

1) Como funciona o laser para eliminar os vasos da pele?
Os aparelhos de laser produzem feixes de raios que emitem comprimentos de onda com determinadas características que atravessam a pele sem a lesar atingindo a hemoglobina dos vasos sanguíneos. Ao receber o laser, a hemoglobina faz aumentar a temperatura do sangue que acaba por eliminar o vaso pelo calor. A duração, o poder e o tamanho do feixe de luz podem ser totalmente controlados pelo cirurgião, o que garante a precisão do tratamento.

2) Posso tratar as minhas varizes e varicoses com laser?
O laser é um grande avanço no tratamento das varizes, sendo indicado no tratamento das microvarizes e das tronculares. Porém, somente um cirurgião vascular após avaliação poderá indicar o melhor tratamento para eliminar as varizes e varicoses.

3) O tratamento a laser é dolorido?
O procedimento é levemente dolorido. A maioria dos pacientes tolera bem o procedimento e a aplicação de anestesia não é necessária. A ponta fria e o gel anestésico melhoram a dor. Após o procedimento, pode acontecer uma ardência leve que perdura por algumas horas.

4) O laser provoca manchas?
As técnicas modernas que utilizam o laser não provocam manchas. Todo tratamento requer alguns cuidados, deve-se evitar o sol antes, durante e até algumas semanas após a aplicação.

5) O laser pode ser utilizado em todos os pacientes?
Não. Somente um exame clínico do médico vai determinar qual entre todos os tratamentos disponíveis melhor se adapta para cada paciente. Existem outras técnicas que também podem ser utilizadas e até procedimentos combinados que usam o laser em parceria com outros tratamentos.

6) Tenho veias com varizes muito grossas. Ouvi dizer que o laser não elimina esse tipo de varizes. É verdade?
Para as varizes de grosso calibre é indicado o tratamento cirúrgico convencional e em fase inicial o laser endovascular.

7) Os resultados são eficazes?
Sim. Os tratamentos com laser eliminam os vasos existentes. Mas com o tempo novos vasos podem aparecer. Portanto, um tratamento de manutenção pode ser necessário. Alguns cuidados com a pele podem diminuir o aparecimento de novos vasos, como a proteção solar, as atividades físicas, entre outros.

8) Quais os benefícios do uso do laser?
A melhor indicação deste tratamento é possibilitar mais conforto ao paciente por sentir pouca dor, rapidez no tratamento, sem haver necessidade de parar as atividades do cotidiano, além do procedimento utilizar as técnicas mais modernas e eficientes para solucionar o problema.

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